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| Turismo e Pesca Esportiva.
No turismo contemporâneo, a Pesca Esportiva tem sido considerada capaz de estimular vários elos da cadeia econômica da prestação de serviços ligada ao setor e que possui grande potencialidade em Minas Gerais.
A Pesca Esportiva movimenta anualmente no Brasil, cerca de 1 bilhão de reais e é responsável por 200 mil empregos diretos e indiretos para o País. Cerca de 4 milhões de brasileiros pescam e 250 mil são licenciados.
Exercida de forma planejada e com sustentabilidade ambiental, a Pesca Esportiva pode se tornar uma atividade estimuladora de economias locais e regionais, a exemplo do que ocorre em várias partes do mundo.
Como esporte ou atividade de lazer, a Pesca Esportiva mobiliza milhares de pessoas, criando condições para sua organização como moderna atividade turística e empresarial, com resultantes sociais e econômicas expressivas.
No estado de Minas, temos vários rios e lagos ainda piscosos, necessitando de maior proteção ambiental e legislação que incentive o pesque e solte e proíba a pesca extrativista em alguns locais, além de melhoria em algumas estruturas hoteleiras e capacitação dos atores envolvidos.
O I Circuito de Pesca Esportiva do lago de Furnas, é um bom exemplo nacional de divulgação do esporte, pois até o momento, com 5 etapas realizadas (Formiga, Fama, Guapé, Boa Esperança e Carmo do Rio Claro) já reuniu mais de 350 embarcações, recebendo elogios de autoridades do segmento do turismo, tanto a nível estadual quanto nacional.
É bom lembrar que na Pesca Esportiva, um peixe devolvido a água (vivo) gera até 15 vezes mais recursos para o município do que na pesca extrativista. Sendo a Pesca Esportiva um produto turístico, ela é capaz de movimentar 52 segmentos da economia, mais do que uma atitude ecologicamente correta, é fonte geradora de trabalho e renda.
Aléssio Freire. Colaborador da revista Pesca Esportiva - GR1 editora-SP
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